Cozer o lavagante num caldo bem aromatizado com legumes pimenta preta em grão e lúcia-lima. Estufar o coelho no caldo do lavagante com legumes aromáticos rectificar sabores de sal e pimentas, quando este estiver terminado arrefecer e desfiar grosseiramente. com o restante caldo previamente reservado e arrefecido, vamos incorporar uma folha de gelatina por cada 100ml de caldo. sobre a forma escolhida para a montagem da terrina vai colocar na base algumas ovas secas do lavagante de seguida os medalhões de lavagante e por fim o coelho desfiado. Para finalizar colocamos o caldo já com a gelatina incorporada, levar ao frio e esperar que esta solidifique. Acompanhado de uma maionese de ovas de lavagante, uma saladinha e as petazetas de Lúcia-lima.
Vinho (sugestão):
Tapada dos Monges 2008 (Casta: Espadeiro)Entrada muito fresca onde se realça os sabores e aromas a mar no lavagante, sobrepostos em evidência pela gelatina de cabeça de xara, o coelho a mediar e, a refrescar, os citricos e a salada. Por fim um simples molho rosa com ovas de lavagante marcam a sua cremosidade. Harmonizado com o Tapada dos Monges-Espadeiro 2008, servido a 8 graus, um vinho de cor rubi aberto e brilhante, aroma muito frutado e fresco, morango em destaque, primeira ligação á qual não se passa despercebido, as cores e reflexos á mesa, radiados pelo sol do nosso verão ao almoço, único. Na boca acidez viva, marcante, óptima ligação com a terrine e com as petazetas, contudo com um toque algo adamado, que belo passeio com o molho rosa, não muito persistente mas, com larga frescura.